A greve dos servidores municipais de Florianópolis, iniciada em 23 de abril, continua afetando serviços de saúde e educação. A paralisação, liderada pelo Sintrasem, foi declarada ilegal pelo Tribunal de Justiça (TJSC), que determinou o retorno imediato das atividades, mas a categoria mantém a mobilização contra a prefeitura.
Aproximadamente 12% dos profissionais de saúde aderiram à greve, afetando centros como Saco Grande, Novo Continente, Cachoeira do Bom Jesus e Alto Ribeirão.
Na educação, cerca de 22,3% das Escolas Básicas Municipais (EBMs) e 20,5% dos Núcleos de Educação Infantil (NEIMs) estão com atividades paralisadas.
Os servidores rejeitaram a proposta da gestão do prefeito Topázio Neto, exigindo melhores reajustes e contratações, enquanto a prefeitura alega ilegalidade e ameaça corte de ponto.
Antes de sair de casa, pacientes devem procurar o Alô Saúde Floripa para tirar dúvidas sobre o funcionamento do serviços e também solucionar o que for possível de forma remota, pelo 0800 333 3233.

