A Prefeitura de Imperatriz, por meio da Secretaria Municipal de Governo e Projetos Estratégicos (SEGOV), realizou uma imersão em Florianópolis (SC) entre os dias 17 e 20 de maio, com o intuito de absorver conhecimentos sobre o ecossistema de inovação e empreendedorismo da capital catarinense, reconhecida nacionalmente como um polo nesse setor.

A delegação maranhense, composta por representantes do poder público, instituições de ensino superior e órgãos ligados à ciência e tecnologia, visitou ambientes de inovação, empresas de tecnologia e o Sapiens Parque S.A., um complexo dedicado ao desenvolvimento tecnológico e empresarial. A programação foi orquestrada pelo Sebrae e contou com a participação de membros da Câmara Municipal de Imperatriz, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL) e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O secretário da SEGOV, Esmerahdson de Pinho, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento de futuras estratégias de inovação em Imperatriz e na região Tocantina. "Foi uma experiência para conhecer o ecossistema de inovação de Florianópolis, uma cidade que discute inovação desde os anos 60, não apenas na área tecnológica. A partir de agora, esse grupo começa a pensar os primeiros passos para a construção do ecossistema de inovação para a região Tocantina", explicou. Ele ressaltou que o modelo florianopolitano se baseia na apresentação de problemas e demandas, tanto do poder público quanto da iniciativa privada, para que grupos de pesquisa, empreendedores e especialistas desenvolvam soluções aplicáveis.

Exemplos de desafios abordados incluem questões de mobilidade urbana, sustentabilidade, desenvolvimento econômico e a modernização de serviços públicos. "O poder público apresenta um desafio, como uma demanda relacionada ao transporte público ou à sustentabilidade, e essas equipes trabalham no desenvolvimento de alternativas e soluções que possam ser aplicadas", afirmou o secretário. Após a imersão, o próximo passo para Imperatriz é estruturar um ambiente de inovação local, conectando iniciativas existentes, fortalecendo o diálogo entre universidades, empresas, poder público e a sociedade civil.