Representantes da FloripAmanhã, da Secretaria Municipal de Saúde e parceiros participaram da reunião que apresentou a proposta do Programa Floripa +100.

A proposta foi recebida pelo secretário municipal de Saúde, Almir Gentil, e por integrantes de sua equipe. Pela FloripAmanhã, participaram o presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário Daniel Araújo, a gerente executiva Márcia R. Teschner, o coordenador do Programa Floripa +100, Dr. Luiz Alberto Silveira, e a coordenadora nacional do Conselho Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV), Fernanda Bornhausen.

Como encaminhamento do encontro, o secretário Almir Gentil e Fábio Dias, da área de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, passam a integrar o grupo de trabalho da iniciativa.

O Programa Floripa +100 foi apresentado como uma iniciativa que busca estimular uma visão mais ampla sobre o envelhecimento, associando saúde, bem-estar, prevenção, autonomia e participação social. A proposta parte do entendimento de que a longevidade precisa ser tratada como tema estratégico para o presente e para o futuro da cidade.

Ao reunir diferentes áreas e instituições em torno desse debate, a iniciativa pretende contribuir para a construção de caminhos que respondam ao crescimento da população idosa e à necessidade de fortalecer políticas e práticas voltadas à qualidade de vida em todas as fases do envelhecimento.

Uma das frentes do Programa Floripa +100 é o mapeamento de pessoas com 100 anos ou mais que vivem em Florianópolis. A ação busca valorizar histórias, trajetórias e contribuições de quem atravessou décadas da vida da cidade e carrega experiências que ajudam a preservar sua memória histórica.

Para a FloripAmanhã, cada centenário representa um patrimônio vivo de Florianópolis. O levantamento pretende dar visibilidade a essas trajetórias e ampliar a compreensão sobre longevidade, cuidado e pertencimento, aproximando a cidade de quem ajudou a construir sua história.

Familiares, amigos, vizinhos e instituições podem participar indicando pessoas centenárias que vivem em Florianópolis. Para contribuir, é necessário informar nome completo, data de nascimento, bairro ou região onde a pessoa reside e telefone para contato.

Com a participação da Secretaria Municipal de Saúde no grupo de trabalho e o apoio da comunidade no mapeamento dos centenários, a iniciativa amplia sua base de construção coletiva e reforça a proposta de pensar uma Florianópolis mais preparada para o envelhecimento, com saúde, memória e qualidade de vida.