A prefeitura de Florianópolis tomou uma medida drástica ao demitir 150 servidores da área de educação. A decisão foi motivada pela persistência na greve e pela subsequente ausência injustificada dos profissionais após o esgotamento dos prazos para o retorno às atividades.
Segundo o governo municipal, a paralisação gerou um impacto significativo nos serviços essenciais oferecidos à população, especialmente no âmbito educacional. A administração argumenta que a continuidade da greve, sem a devida justificativa para as faltas, configura uma falta grave e compromete o direito fundamental à educação dos estudantes da rede municipal.
Os 150 servidores demitidos não apresentaram justificativas consideradas válidas para suas ausências prolongadas. A prefeitura reiterou seu compromisso em manter a normalidade nas escolas e em assegurar a prestação contínua dos serviços educacionais, buscando mitigar os efeitos negativos da greve no calendário escolar e no aprendizado dos alunos.
A medida visa, portanto, restabelecer o pleno funcionamento das unidades de ensino e enviar um recado sobre a importância do cumprimento dos deveres funcionais, mesmo em períodos de manifestações. A administração municipal se coloca aberta ao diálogo, mas reitera que as demissões foram um último recurso diante da recusa em retornar ao trabalho.
